Gbitten

terça-feira, outubro 31, 2006

 

Capability Maturity Model para Classificação de Informações

O recente post do Augusto me fez pensar novamente sobre Classificação de Informações. A meu ver, o esforço de tornar uma empresa que não classifica as informações em uma empresa que as classifica adequadamente é tão grande e traumático que deveria acontecer graduamente, ao estilo do CMM.

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terça-feira, outubro 24, 2006

 

New blogs on the block

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quarta-feira, outubro 18, 2006

 

Dilemas em quadrinhos


terça-feira, outubro 17, 2006

 

[Artigo] Tarados e pedófilos em sites de relacionamento

Anchises postou essa notícia deveras interessante em seu blog:

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Número de vulnerabilidades vs Tratamento de vulnerabilidades

Jeff Jones publica com frequência comparativos de vulnerabilidade entre plataformas, principalmente entre o Windows e o Linux. Não entrando no mérito se esses comparativos foram realizados de forma imparcial, tenho a opinião que o número de vulnerabilidades de um SO é menos importante do que como essas vulnerabilidades são tratadas.

Utilizo o Windows XP e o Ubuntu no meu dia a dia. E tanto o Ubuntu quanto a Microsoft possuem um processo bastante adequado para tratamento de vulnerabilidade (excetuando a escorregadela que a Microsoft deu com o WGA). O Firefox é outro software que tem respondido com bastante agilidade as novas vulnerabilidades. Por sua vez, a Oracle, extremamente criticada até então, reviu seu processo de patch management recentemente.

Contudo, além da comparação entre os SOs, o último estudo do Jeff apresenta uma visão interessante de como as vulnerabilidades tem evoluido nos últimos anos.

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Dor e Humilhação

Conscientização permite usuários com mais consciência de segurança (brilhante dedução), contudo não necessariamente os estimulam a praticarem mais segurança. Talvez devessemos seguir o conselho do Marcus Ranum (lá vem bomba de fumaça), ensiná-los através da dor e da humilhação.

Point/Counterpoint: User Education
Marcus Ranum

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segunda-feira, outubro 16, 2006

 

QoS e monitoramento de tráfego contra os Botnets

Gadi Evron propõem utilizar o monitoramento de tráfego nos ISPs com QoS para reduzir o impacto das Botnets. Me parece um recurso similar ao que alguns ISPs estão utilizando para limitar tráfego P2P. Receio que um controle deste tipo penalize o usuário comum devido a ocorrência de falsos-positivos, ao mesmo tempo que seja ineficiente contra os botnets que buscarão formas de contorná-lo.

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Porque phishing funciona

Este estudo mapeia como o usuário avalia se um site é legítimo ou não.

Why Phishing Works
por Rachna Dhamija, J. D. Tygar e Marti Hearst

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sexta-feira, outubro 13, 2006

 

Dilemas

Os problemas de fraude em InternetBank tomaram conta da lista CISSPBR (de forma até exagerada) e de alguns blogs esta semana. Muito se falou de quem deve arcar com a fraude, o cliente ou o banco. Pode-se analisar a questão de muitos ângulos e em todos existem dilemas difíceis de resolver.

Olhando pela ótica do négocio de InternetBank, existem para os bancos duas opções:

  1. Colocar a responsabilidade da fraude no cliente, correndo o risco de desacreditar o canal de negócio mais lucrativo que possui, ou
  2. Assumir e arcar com as fraudes, arriscando-se a inviabilizar o InternetBank caso as fraudes continuem crescendo de forma acelerada.

Pela ótica jurídica, também temos um dilema:

  1. Responsabilizar o cliente, mesmo que apesar de ter o ónus da prova, o Banco não tem como provar que a transação dita fraudulenta é responsabilidade do cliente por negligência, imperícia ou imprudência, ou
  2. Responsabilizar o banco, mesmo que a fraude aconteça, na maioria absoluta das vezes, no equipamento do cliente.

O cliente por sua vez pode:

  1. Utilizar o InternetBank, mesmo sabendo que pode ser vítima de fraude e arcar com o prejuízo desta, ou
  2. Não utilizar o InternetBank, e com isso perder a agilidade e facilidade deste serviço.

E finalmente, pela ótica da segurança, onde o dilema é definir como tratar a ameaça:

  1. Por meio de conscientização do usuário/cliente,
  2. Por meio de software anti-malware,
  3. Através de esquemas de autenticação "mais seguros",
  4. Através de sistemas operacionais e softwares melhor desenhados e codificados em termos de segurança,
  5. Através da punição dos fraudadores,
  6. Ou todas a respostas acima?

Conscientização talvez funcione no ambiente corporativo. Contudo, não acredito que funcione em um meio difuso e heterogênio que representa o universo de clientes de um banco. As campanhas de conscientização, por vezes, me parecem um forma de demostrar que o cliente foi de alguma forma alertado e assim expirar a responsabilidade do banco.

Softwares de antivírus e similares definitivamente não são a solução. Eles ajudam, mais estão longe de resolver.

Da mesma forma, os esquemas de autenticação pretensamente mais seguros não resolvem, pois a questão não é de autenticidade mas sim de confiabilidade.

SO e softwares mais seguros e com menos falhas de design são um caminho interessante, porem isto está longe de acontecer. Espero que o Vista contribua para esta questão.

Apesar de algumas prisões, a impunidade ainda reina entre os fraudadores. Provavelmente falta recursos (humanos e materiais) às nossas polícias para obter mais sucesso nesta empreitada. Some-se a isto, um país onde o crime organizado mostra-se muito competente :(

Como pode-se ver, a solução para este problema não é fácil, mas se fosse fácil não seria um dilema. Uma coisa posso arriscar a prever, os bancos não irão mais pagar essa conta e os conflitos por causa disso irão se multiplicar.

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sábado, outubro 07, 2006

 

putaquepariuquegambiarradaporra

O Google lançou um mecanismo específico para busca em códigos fontes. Como quase todo serviço de busca, este também pode ser usado para "hackear". O SecurityTeam Blog aborda este assunto em três notas diferentes. Por sua vez, unindo o Google Code com a metodologia POG (Programação Orientada a Gambiarras), é possível encontrar algumas pérolas, como no trecho abaixo :
   333:   if (Math.abs(dragSpeedX) + Math.abs(dragSpeedY) > 4) {
                // TODO putaquepariuquegambiarradaporra
                rotator.spin(dragSpeedY / 5, -dragSpeedX / 5);
Gambiarras no Google Code
Update: Esqueci de mencionar que o trecho acima pertence ao programa Tikiwiki e o comentário espirituoso ainda consta na última versão em desenvolvimento.

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quinta-feira, outubro 05, 2006

 

Insegurança no Internet Banking?

Andre Fucs fez uma bela análise sobre a recente decisão da justiça brasileira a respeito da responsabilidade do cliente em casos de fraudes em internetbank e as consequências caso essa posição torne-se uma jurispudência pacífica. Vale a leitura.

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quarta-feira, outubro 04, 2006

 

A hora da vingança

Chegou a hora da vingança contra os recrutadores que pedem 1001 certificados em um processo de seleção. A partir de agora só admitirei ser recrutado por profissionais que tenham pelo menos uma das certificações abaixo: http://www.hrci.org/Certification/
 

Provas eletrônicas

Texto muito interessante do Dr. Demócrito Reinaldo Filho sobre os desafios da atual legislação processual no tratamento das provas eletrônicas. A exibição da prova eletrônica em juízo: necessidade de alteração das regras do processo civil?

terça-feira, outubro 03, 2006

 

2ª Colaris

COM o intuito de promover a cultura da segurança da informação, fomentar o estabelecimento de novos grupos de resposta a incidentes de segurança na América Latina e treinar os participantes dos CSIRTs existentes, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e seu Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS), em cooperação com o Fórum Internacional de Grupos de Resposta a Incidentes de Segurança (do inglês, FIRST), organizam a 2ª Colaris (Conferência Latino-Americana de Resposta a Incidentes de Segurança), que irá acontecer no Rio de Janeiro de 7 a 10 de outubro de 2006.
https://www1.rnp.br/eventos/colaris/

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Forense

Um site muito interessante sobre Forense Digital é o E-Evidence Info. A propósito, adicionei uma seção sobre forense no InfosecFeeds.

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