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sexta-feira, outubro 28, 2005

 

Mini Férias

Depois de quase 3 anos de trabalho contínuo eu mereço. I'll be back in one week.
 

[Engenharia Social] Fim da novela SEX.COM

Stephen Michael Cohen foi preso ontem pelas autoridades mexicanas em Tijuana dez anos após ter roubado o domínio SEX.COM.

Em 1995, Cohen convenceu a Network Solutions (posteriormente adquirida pela VeriSign) através de uma carta forjada de que era o proprietário do domínio SEX.COM. A partir de então, o real proprietário, Gary Kremen, iniciou uma batalha legal para reaver o domínio que chegou até a Suprema Corte Americana. Seis anos depois, Kremen ganhou o domínio de volta e Cohen foi condenado a pagar 65 milhões de dólares. Estima-se que o domínio rendia a Cohen cerca de um milhão por mês.

Cohen fugiu para o México junto com boa parte do lucro do Domínio, isto até ontem quando foi preso e entregue às autoridades americanas. Cohen deve hoje cerca de 85 milhões de dólares.

E tudo isso começou com um simples golpe de engenharia social.

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[Palestra] Internet Crimes and Financial Institutions

Essa palestra ministrada pelo promotor-assistente do distrito de Maryland, Stuart A. Berman, no evento Café com Finanças é ao mesmo tempo interessante e inquietante.

Interessante por apresentar um cenário cada vez mais comum de crimes de manipulação de mercados através de meios eletrônicos como "Pump-and-Dump" e "Cybersmear". Berman descreve da seguinte forma estas práticas:

Pump-and-Dump - Identity lightly-traded stock - Buy low - Put false, positive information about the company (earnings increase, takeover) onto the Internet - When stock rises, sell - Truth comes out, stock falls
Cybersmear - Identity lightly-traded stock - Purchase options to “short-sell” (make money if stock goes down) - Put false, negative information about the company (earnings fail to meet goals, CEO under government investigation) onto the Internet - When stock falls, short-sell - Advanced criminals: buy more when price is low - Truth comes out, stock rises – sell for profit

Inquietante pelo panorama apresentado sobre o furto de identidade por meios eletrônicos nos EUA em 2005. Entre os principais casos Berman reporta:

- CardSystems: June 2005:40 million credit card accounts - CitiFinancial: June 2005: information on 3.9 million consumer lending customers - MCI: May 2005: 16,500 current and former employees - LexisNexis/Seisint: March 2005; 280,000 consumers. - University of California - Berkeley: March 2005; 98,000 students and prospective students. - Choicepoint: February 2005; 150,000 consumers. - Bank of America: February 2005; 1.2 million federal workers. - DSW: February 2005; 1.4 million customers.

Num total de 50 milhões de identidades furtadas. Com certeza, isso já ocorre no Brasil (ver), porem a dimensão deste problema é desconhecida, já que por aqui a preocupação sobre o assunto é bem menor que lá fora, além de não haver leis específicas como a lei californiana que obriga a empresa avisar ao cidadão quando um dado pessoal é furtado.

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quarta-feira, outubro 26, 2005

 

[Artigo] O Orkut já é um fenômeno jurídico

Dentro da lei
Orkut e usuários podem ser condenados por ofensa à honra
por Alexandre Atheniense

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segunda-feira, outubro 24, 2005

 

[Artigo] Google tem de apagar mensagens ofensivas no Orkut

Conflitos virtuiais que deságuam na Justiça estão cada vez mais freqüentes. Este é particularmente interessante pois envolve direito autoral, difamação e a responsabilização do prestador do serviço. Vale dizer que caberia ação penal e cível contra a coordenadora da comunidade do Orkut que incitou tais práticas, talvez esteja em curso.

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quarta-feira, outubro 19, 2005

 

Análise de vulnerabilidade na Análise de risco

Já venho pensado neste assunto a algum tempo, e o post do Augusto Paes de Barros em seu blog me motivou a externar minha opinião.

Sinceramente, acho que a abordagem de análise de risco orientada a vulnerabilidade é um caminho equivocado para SI.

Uma seguradora, ao avaliar o risco de uma apólice de seguro de carro, não enumera as vulnerabilidade do carro, do motorista ou das estradas. Da mesma maneira, um banco, ao avaliar o risco de um empréstimo, não enumera as vulnerabilidades de cliente nem da economia.

Para calcular o risco é muito mais lógico trabalhar com ameaça e fator de exposição do que com vulnerabilidade.

Para mim, deveriam haver dois processos distintos e paralelos:

A interação de entre esse processos deveria ser mínima, cabendo a redução das vulnerabilidades um fator de redução em alguns fatores de exposição.

O problema é que ao juntar esses dois processos, muitas vezes existe um esfoço muito grande na gestão de vulnerabilidade, e a gestão de risco acaba tento uma qualidade muito baixa.

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Artigo sobre monitoramento de e-mail

Os artigos do dr. Renato Opice Blum sempre me agradam, este foi realizado junto com a dra. Taysa Elias Cardoso.

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terça-feira, outubro 04, 2005

 

Termo de Aceite vs. Termo de Ciência

Não sou advogado, porem tenho algumas questões que gostaria de considerar. A meu ver, existe uma grande diferença entre "Termo de Aceite" e "Termo de Ciência" para a validação da Política de Segurança de uma organização:

Particularmente, sou crítico ao uso do "Termo de Aceite" para a política e as normas de segurança da informação. Seguem minha questões:

  1. O que fazer quando ocorrer uma alteração da política ou das normas? Considerando que existe um contrato (Termo de Aceite) anterior a alteração. Pode-se eventualmente criar um novo contrato, cancelando o anterior, e validando o novo regulamento. Porem, isto pode ser impraticável se houver muitos funcionários e se as alterações nos regulamentos forem frequentes (ex: a cada seis meses).
  2. Um funcionário pode buscar a nulidade do contrato (Termo de Aceite) alegando que foi constrangido a acatá-lo, pois o contraente forte (empregador) impôs a sua vontade unilateral ao contraente débil (empregado).
  3. O que fazer se um empregado recusar assinar um "Termo de Aceite", ou pior, se uma grande quantidade de funcionários se recusar? Neste ponto o "Termo de Ciência" leva vantagem, pois se o empregado recusar a assiná-lo, a ciência pode ser comprovada de outras formas, como o envio de memorandos, e-mail, uma lista de presença em uma palestra sobre as normas, o aviso através de mensagem em pop-up durante o login do usuário, etc.
  4. O Termo de Ciência do funcionário não seria suficiente para os objetivos da empresa? O que um "Termo de Aceite" agregaria de proteção jurídica para empresa que um "Termo de Ciência" não agrege? Pressupondo evidentemente, que este termo, não afronta as leis e regulamentações, e respeita o princípio da razoabilidade.

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domingo, outubro 02, 2005

 

New Diz'ain ...

Agora falta um título decente.

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